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Cachaça Fest

29/08/2015 09:54

Ex-Legião Urbana interpretará antigas e novas canções em Castelo do Piauí

Canções que vão da poesia romântica ao protesto social e à celebração do rock são a marca dos shows de Marcelo Bonfá, em um repertório que resume mais de 10 anos de carreira solo e 30 na música, quando começou como compositor e baterista na Legião Urbana.
Responsável pelo vocal de sua banda atual, Bonfá segue também no comando da bateria, regendo suas composições.

Nas apresentações, utiliza sua bateria em posição de destaque à frente do palco, e dali se comunica com um publico ávido por cantar junto de quem sabe expressar como ninguem as canções da Legião Urbana.

Em alguns momentos, a adrenalina roqueira é que dá o tom, como convida a letra em músicas como "Intolerância”:
“Nosso destino deixa pegadas disformes,
Nossas palavras cheias de esquecimento
O desafio agora é perceber onde estão precisando de nós.”

A atmosfera de romantismo também ganha espaço, traduzida nos versos de “Depois da Chuva”:
“Eu quero olhar ao meu redor
e ver além do que os meus olhos podem ver,
além do céu além do mar
e ter certeza de que vou te encontrar.

Ou mesmo como em “De onde os sonhos vêm”:
“Mas eu sei, como sempre,
nunca o amor vai se esquecer
de tudo que vier de onde os sonhos vêm”

No resgate do clássico da Legião Urbana, como “Andrea Doria”, ”Teatro dos Vampiros”, ”Soldado”, ”Quase sem querer” , “Ainda é cedo”, “Tempo Perdido”, “Será”, “Quando o sol bater na janela do seu quarto”,”Eu sei”, entre outras.

Dessa forma, Marcelo Bonfá dá continuidade ao legado poético que teve início nos anos 80, quando fundou a Legião Urbana com Renato Russo.

Compositor desde o início da banda, Bonfá é o autor de várias canções da Legião Urbana, como "Soldados", “Angra dos Reis”, ”Vento no Litoral”, “Longe do Meu Lado”, ,responsável pele célula embrionária de quase todas as canções compostas ao lado de Dado Villa Lobos e Renato Russo, que somadas, superam mais de 20 milhões de cópias vendidas, figurando entre as maiores vendagens da gravadora EMI no mundo.

Dando continuidade ao seu trabalho com a música, ao fim da Legião, Bonfá resgata naturalmente suas influências da música eletrônica, do rock progressivo dos anos 70 e do Britpop.

Para novas letras, que traduzem a carga emocional já enraizada em suas tessituras melódicas, Bonfá buscou novas parcerias. Seu álbum de estréia solo, O Barco Além do Sol (2000), lançado pela Trama, superou as 30 mil cópias e a faixa “Depois da chuva” ficou entre as mais executadas nas rádios do Brasil.
Marcelo Bonfá - Tempo Perdido
Dentro do novo contexto dos “sites”, Bonfá se antecipa e dá atenção especial ao mundo virtual, onde também se dedica a criação visual de seus projetos.

Bonfá videotracks (2004) oferece não apenas música, mas “audiovisuais”, os “Videotracks” criados por designer de renome internacional como Luiz Stein e Estevão Ciavatta. A concepção do disco revela o olhar multimídia do autor, que também é ilustrador dos álbuns desde o primeiro disco da Legião. Bonfá tem desenhos, charges e aquarelas editados em quase todos os álbuns, como a de “Uma Outra Estação” (1997), que homenageia a capital federal, ou a capa e contra capa do álbum duplo “Música Para Acampamentos” (1992).
Imagem: ReproduçãoMarcelo Bonfá(Imagem:Reprodução)Marcelo Bonfá
O mais recente álbum solo é “Mobile (2007), só lançado virtualmente, em uma interação ainda maior com os fãs, que escolheram através do site as faixas disponibilizadas para livre download. Em poucos dias, Mobile atingiu vendagem superior a 30 mil downloads na internet.
Marcelo Bonfá está finalizando seu quarto trabalho, que inclui parcerias com músicos que conheceu em suas recentes turnês internacionais.

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