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Blog de Tecnologia

04/02/2013 21:25

Fotos incríveis: conheça a estrutura física do Google

A Google, empresa fundada por Larry Page e Sergey Brin, os google guys, em 27 de setembro de 1998, teve desde o início a singela missão de “organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível e útil”. Modesta, não?

Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarThe Dalles, Oregon: só aqui, 18 mil metros quadrados para abrigar parte dos mais de 1 milhão de servidores que o Google tem espalhados pelo mundo(Imagem:Divulgação)The Dalles, Oregon: só aqui, 18 mil metros quadrados para abrigar parte dos mais de 1 milhão de servidores que o Google tem espalhados pelo mundo
Ao que parece, contudo, é cada vez mais isso que ela realmente faz. O buscador Google é executado por meio de um número espantoso de servidores – já supera espantosos 1 milhão — em data centers espalhados pelos Estados Unidos, sede da empresa, e ao redor do mundo, e processa, diariamente, mais de um bilhão de solicitações de pesquisa e vinte petabytes (um número quase inimaginável de bytes, já que um petabyte equivale a 1024 terabytes, e um terabyte equivale a 1024 gigas) de dados gerados por usuários.

E, claro, não só de buscador vive a Google, que também desenvolve soluções empresariais, tradutores online para qualquer idioma que se possa imaginar, navegador, e-mail e uma longa lista de outros produtos. Mas sua grande fonte de receitas é mesmo a publicidade, pelo AdWords, que oferece um vasto elenco de fórmulas para os anunciantes — começando pela ordem em que o produto ou serviço aparece na tela (na primeira página, em primeiro lugar, ou em segundo, ou terceiro) quando alguém faz uma pesquisa.

É difícil pensar a vida online hoje sem o Google, mas quando você abre o buscador, ou e-mail, já se perguntou ao que está se conectando? Já se perguntou se é um lugar, uma fábrica, uma entidade? Já imaginou o tamanho físico da empresa?

As imagens de cima e abaixo dão uma ideia geral da coisa toda.

O principal data center fica em The Dalles, no Estado norte-americano de Oregon, às margens do rio Columbia — onde, por sinal, os funcionários praticam rafting, windsurf e pesca, além de caminhadas por uma paisagem tranquilizadora.

Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarThe Dalles, Oregon(Imagem:Divulgação)The Dalles, Oregon
Em qualquer área eventualmente desocupada da imensa unidade de The Dalles, de 18.000 metros quadrados, sensores de movimento desligam automaticamente a iluminação principal para economizar energia. O resultado é o bonito brilho de dados do mundo filtrados através de LEDs multicoloridos. São como as luzes de Natal, só que o ano todo.





Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarCouncil Bluffs, Iowa(Imagem:Divulgação)Council Bluffs, Iowa
O data center de Council Bluffs, no Estado de Iowa, tem mais de 10.500 metros quadrados de espaço. É daí que vem a velocidade desejada para pesquisas no buscador ou para assistir vídeo no youtube.










Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarCouncil Bluffs, Iowa(Imagem:Divulgação)Council Bluffs, Iowa
Dentro do campo de rede, roteadores e switches permitem que data centers consigam “falar” uns com os outros. As redes de fibra óptica que ligam os sites podem funcionar em velocidades mais de 200 mil vezes mais rápidas do que uma conexão típica de internet em casa. Os cabos de fibra ótica se estendem ao longo das bandejas de cabo amarelo perto do teto.






Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarDouglas County, Geórgia(Imagem:Divulgação)Douglas County, Geórgia
Neste data center ficam milhares de metros de tubulação. E eles não são coloridos apenas porque é bonito ou bacana, mas sobretudo para designar sua função. O tubo de rosa brilhante que aparece na foto acima, por exemplo, transfere água da linha de refrigeradores (as unidades verdes à esquerda) para uma torre de resfriamento.








Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarDouglas County, Georgia(Imagem:Divulgação)Douglas County, Georgia
LEDs azuis nesta linha de servidores dizem que tudo está funcionando perfeitamente. Os LEDs são usados pela Google porque são eficientes, duradouros — e brilhantes. A empresa gosta dos ambientes coloridos e visualmente atraentes.









Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarMayes County, Oklahoma(Imagem:Divulgação)Mayes County, Oklahoma
Na foto ao lado tem-se um raro olhar por trás do corredor de servidores. Aqui, centenas de funis levam o ar quente dos racks de servidores para uma unidade de resfriamento para que seja reciclado e reutilizado. As luzes verdes são os LEDs de status refletindo na área metálica interna a partir da frente dos servidores.








Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarMayes County, Oklahoma(Imagem:Divulgação)Mayes County, Oklahoma
Cada um dos racks de servidores tem quatro swiches, ligados por um cabo de cor diferente. A divisão de cores, com cada uma correspondendo a uma função, é sempre a mesma em todos os data center, de modo que se saiba qual substituir em caso de falha.









Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarBerkeley Count, Carolina do Sul(Imagem:Divulgação)Berkeley Count, Carolina do Sul
Tudo na Google tem backup, para o caso de alguma coisa acontecer com os dados. Essa é uma das bibliotecas de dados, onde se guardam backups. Braços robóticos (visível no final do corredor) ajudam na carga e descarga de fitas.


















Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarBerkeley Count, Carolina do Sul(Imagem:Divulgação)Berkeley Count, Carolina do Sul
Tanques de armazenamento como estes podem armazenar até 240 mil galões (900 mil litros) de água em um determinado momento. Este tanque isolado guarda a água que é enviada para resfriamento no coração do data center.











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